Realizou-se recentemente um debate sobre a Actividade Portuária no Barreiro, que teve lugar no Auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro. Num momento em que o projeto de Estudo de Impacte Ambiental avança, estimando-se para Junho a conclusão dos estudos e consequente emissão da Declaração de Impacte Ambiental (DIA), o debate foi apenas o primeiro de vários que serão realizados sobre a temática.
Lídia Sequeira, Presidente do Porto de Lisboa, foi uma das presenças que gerava maior expectativa. E, sobre o projecto da Plataforma Multimodal do Barreiro (PMB), defendeu que este «permite a implantação de um terminal com caraterísticas técnicas adequadas para responder de forma faseada à evolução da procura prevista», ao mesmo tempo que «beneficia da proximidade da rede ferroviária nacional e da rede rodoviária nacional».
«É uma zona, do ponto de vista da intermodalidade, extremamente bem servida», salientou ainda Lídia Sequeira, acrescentando que o Barreiro «reúne as condições para se criar uma plataforma logístico-industrial competitiva». «Permitirá dinamizar a economia da Península de Setúbal, em particular desta Região do Barreiro, potenciando as indústrias exportadoras e captando novos investimentos, com a consequente criação de emprego», referiu ainda sobre um modelo de concessão que se espera «do tipo Build-Operate-Transfer (BOT)».
Relativamente aos efeitos directos do projecto, a Plataforma Multimodal do Barreiro deverá gerar a criação de 300 a 500 postos de trabalho directos na fase de construção e 1150 postos diretos na fase de exploração. Estima-se um impacto no PIB na Grande Região de Lisboa entre 7 a 12 mil milhões de euros, concretizou a Presidente do CA da APL.
Já o Vogal do C.A. da APL, Carlos Correia, referiu que «as conclusões do Estudo de Impacte Ambiental são muito favoráveis à prossecução deste projeto», lembrando o terminal projectado: definido como navio tipo um porta-contentores com capacidade 8.000TEU, com um comprimento de 352 metros.
Lídia Sequeira, Presidente do Porto de Lisboa, foi uma das presenças que gerava maior expectativa. E, sobre o projecto da Plataforma Multimodal do Barreiro (PMB), defendeu que este «permite a implantação de um terminal com caraterísticas técnicas adequadas para responder de forma faseada à evolução da procura prevista», ao mesmo tempo que «beneficia da proximidade da rede ferroviária nacional e da rede rodoviária nacional».
«É uma zona, do ponto de vista da intermodalidade, extremamente bem servida», salientou ainda Lídia Sequeira, acrescentando que o Barreiro «reúne as condições para se criar uma plataforma logístico-industrial competitiva». «Permitirá dinamizar a economia da Península de Setúbal, em particular desta Região do Barreiro, potenciando as indústrias exportadoras e captando novos investimentos, com a consequente criação de emprego», referiu ainda sobre um modelo de concessão que se espera «do tipo Build-Operate-Transfer (BOT)».
Relativamente aos efeitos directos do projecto, a Plataforma Multimodal do Barreiro deverá gerar a criação de 300 a 500 postos de trabalho directos na fase de construção e 1150 postos diretos na fase de exploração. Estima-se um impacto no PIB na Grande Região de Lisboa entre 7 a 12 mil milhões de euros, concretizou a Presidente do CA da APL.
Já o Vogal do C.A. da APL, Carlos Correia, referiu que «as conclusões do Estudo de Impacte Ambiental são muito favoráveis à prossecução deste projeto», lembrando o terminal projectado: definido como navio tipo um porta-contentores com capacidade 8.000TEU, com um comprimento de 352 metros.
Fonte: Cargo edições e Newsletter da APP
