Os portos portugueses movimentaram, em 2015, cerca de 90 milhões de toneladas de mercadorias, um aumento de 7,5 por cento em relação a 2014, anunciou em comunicado a AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes.Este é o valor mais elevado de sempre e resulta do comportamento dos portos de Sines, Leixões e Aveiro, com o porto de Sines a representar quase 50 por cento do total movimentado. O porto alentejano regista um maior volume de carga movimentada, com 49,5% do total nacional (um aumento de 4% relativamente ao ano anterior), assumindo particular relevância o segmento do mercado de Granéis Líquidos (65,9%), por efeito da importação de Petróleo Bruto para a refinaria da Galp Energia. O porto de Leixões destaca-se como o segundo com maior volume de carga movimentada, com 21,1%, seguindo-se o de Lisboa com 13% e o de Setúbal com 8,4%. Em termos de tráfego, o porto de Sines cresceu mais de 17 por cento, tendo Leixões e Aveiro ficado ambos com um crescimento de3,7 por cento. Já os portos da Figueira da Foz (-7,8%), Setúbal (-7%), Viana do Castelo (-6%) e Lisboa (-2,3%) verificaram uma redução de tráfego.
De acordo com a AMT, em Sines, assume particular relevância
“o segmento do mercado de Granéis Líquidos (65,9%), por efeito da importação de
Petróleo Bruto para a refinaria da Galp Energia. O porto de Leixões destaca-se
como o segundo com maior volume de carga movimentada, com 21,1%, seguindo-se o
de Lisboa com 13% e o de Setúbal com 8,4%”.
O ano de 2015 marca também o mercado de contentores, que apresenta o valor mais elevado de sempre, registando um volume de cerca de 2,58 milhões de TEU, mais 2,5 por cento relativamente a 2014. Este crescimento é verificado sobretudo nos portos de Sines, Setúbal e Figueira da Foz, que apresentam um aumento de 8,5 por cento, 17,7 por cento e 17,6 por cento, respetivamente. Os portos de Leixões e Lisboa registam uma quebra de -6,4 por cento e -4,1 por cento, respetivamente.
Relativamente às escalas de navios de diversas tipologias, os portos em análise registaram em 2015 um total de 10 710 escalas, mais 2,2 por cento face a 2014, o que corresponde a uma arqueação de 190,4 milhões de GT, um aumento de 10,2 por cento comparativamente ao ano transato.
No que respeita à carga Contentorizada, o ano de 2015 registou um aumento de 5,8 por cento face ao volume do ano anterior. A carga embarcada, com origem no hinterland dos portos em análise, atingiu também o valor mais elevado de sempre, com um volume total de cerca de 30,6 milhões de toneladas, mais 2,1 por cento comparativamente ao ano transato. “Para este facto, foi determinante o comportamento do mercado de Produtos Petrolíferos, que cresceu 20,7 por cento, e dos Produtos Agrícolas, que aumentou 13 por cento”, refere a AMT.
O ano de 2015 marca também o mercado de contentores, que apresenta o valor mais elevado de sempre, registando um volume de cerca de 2,58 milhões de TEU, mais 2,5 por cento relativamente a 2014. Este crescimento é verificado sobretudo nos portos de Sines, Setúbal e Figueira da Foz, que apresentam um aumento de 8,5 por cento, 17,7 por cento e 17,6 por cento, respetivamente. Os portos de Leixões e Lisboa registam uma quebra de -6,4 por cento e -4,1 por cento, respetivamente.
Relativamente às escalas de navios de diversas tipologias, os portos em análise registaram em 2015 um total de 10 710 escalas, mais 2,2 por cento face a 2014, o que corresponde a uma arqueação de 190,4 milhões de GT, um aumento de 10,2 por cento comparativamente ao ano transato.
No que respeita à carga Contentorizada, o ano de 2015 registou um aumento de 5,8 por cento face ao volume do ano anterior. A carga embarcada, com origem no hinterland dos portos em análise, atingiu também o valor mais elevado de sempre, com um volume total de cerca de 30,6 milhões de toneladas, mais 2,1 por cento comparativamente ao ano transato. “Para este facto, foi determinante o comportamento do mercado de Produtos Petrolíferos, que cresceu 20,7 por cento, e dos Produtos Agrícolas, que aumentou 13 por cento”, refere a AMT.
Fontes: Transportes em revista, AMT.

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